Entre o Aiyê e o Orun
Coletiva · Salvador, Recife, São Paulo e Rio de Janeiro, Itinerante

Aiyê é o mundo material; Orun, o mundo espiritual. Entre um e outro há trânsito — e é nesse intervalo que a exposição se instala. Reunindo esculturas, pinturas, fotografias e instalações, a mostra apresenta a arte afro-brasileira como um sistema vivo de conhecimento, e não como capítulo ilustrativo da história da arte.
“O eixo conceitual da exposição são os mitos da criação do mundo na visão afro-brasileira, então as obras selecionadas transitam por essa poética.” A mostra dedica um espaço a Exu, entidade associada à comunicação entre o mundo material e o imaterial, e outros a Oxalá e Oduduwa, divindades ligadas à criação do mundo e dos homens.
Curada em 2019, a exposição percorreu Salvador, Recife, São Paulo e Rio de Janeiro. Nas palavras da curadora: “Até hoje ela me ajuda a compreender como uma obra pode transformar, expandir e ampliar a leitura da outra.”
Entre os trabalhos apresentados, Iroko, a Árvore Cósmica, de Nadia Taquary: na cosmovisão africana o Baobá representa a conectividade entre o mundo imaterial e o material — portanto, a ligação entre o Aiyê e o Orun.
- Período
- Desde 2019. Última temporada: CAIXA Cultural Rio de Janeiro, até 26 de outubro de 2025
- Local
- Salvador, Recife, São Paulo e Rio de Janeiro, Itinerante
- Formato
- Coletiva
- Curadoria
- Thais Darzé
- Produção
- Janela do Mundo
- Coprodução
- Hasta la Luna
- Patrocínio
- CAIXA / Governo Federal
- Artistas
- 14
- Temporada no Rio
- CAIXA Cultural RJ, 5 de agosto a 26 de outubro de 2025
Imagens
2 registros


Artistas
11 na exposição
No léxico
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